chora a mais triste
aroeira,
nesse vale sem
vida.
nem mesmo o pau
pereira,
encontrou outra
saida.
até mesmo o velho
juazeiro,
viveu esse dilema.
não se livrou do
carvoeiro,
deu adeus pra sua
jurema.
a vistosa moita de
mancambira,
que protegia o
umbuzeiro.
virou corda de
embira,
pra amarrar pau de
poleiro.
o mato que antes
era fechado,
veio o homem e
abriu.
virando tudo roçado,
a beleza sucumbiu.
por Raimundo Sucupira
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