Pombinha caldo de
feijão,
construindo seu
ninho.
No galho do jamelão,
já escolheu seu
cantinho.
Essa ave tão sutil,
que embeleza a
natureza.
Seu papel é útil,
na construção dessa
beleza.
Imagino o bicho
homem,
com esse apetite
voraz.
passando fome,
vivendo sem os
animais.
Acho bom o homem
entender,
que é preciso
preservar.
Senão nós vamos
morrer,
antes do nosso dia
chegar.
Raimundo Sucupira
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