poeta,
tinha uma pedra no
meio do caminho.
Sem rodeio sem
aresta,
pra ser bem curtinho.
Em minha rua tem
um poste,
que a coelba não
quer tirar.
não há quem suporte,
esse jogo de lá pra
cá.
Nessa hora ninguém
assume,
sua responsabilidade.
Tudo isso tem um
nome,
falta de capacidade.
Que os moradores
não esqueça,
de fazer a sua parte.
Para não ter dor de
cabeça,
com esse maldito
poste.
Raimundo Sucupira
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