Algodão branco
no roçado,
pronto pra ser
colhido.
Tear no quintal
preparado,
a espera do
tecido.
Mão que sabe
tecer,
do pano tira o
sustento.
Filho querendo
comer,
tem que lutar
por alimento.
Dessa luta se
tira lição,
a labuta não
pode parar.
Quem vive no
Sertão,
Não tem tempo
pra lamentar.
Sertanejo não
lamenta,
é um guerreiro
de verdade.
O que vier ele
aguenta,
no campo ou na
Cidade.
Raimundo Sucupira
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