O Cabra Valente,
não tem medo
de Assombração.
Ele anda
livremente,
pelas bandas
do Sertão.
Pela Sina que
tem,
por tanto
sofrer.
Nesse Mundo
ninguém,
vai lhes deter.
O Sertanejo é
forte,
antes de tudo
um Bravo.
A luta lhes dar
suporte,
do Nazareno
um Cravo.
A mão que vos
apontou,
a Libertação.
Do Cativeiro
nos Livrou,
Viva a força da
União.
Raimundo Sucupira
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