terça-feira, 27 de outubro de 2026
SEGREDO
Eu pensei que tudo
sabia,
mas vi que não sei
nada.
Pensei que tudo
podia,
mas vi não não posso
nada.
A vida é um grande
segredo,
viver é muito
custoso.
Decifrar esse grande
enredo,
é muito doloroso.
A vida é mesmo
assim,
todos tem que
entender.
O que é bom para
mim,
poderá não ser para
você.
Tudo tem o seu
preço,
nada nos vem de
graça.
Tem muita pedra de
tropeço,
nem tudo a gente
traça.
por Raimundo Sucupira
FINALMENTE O BEM VENCEU O MAL
Caro Amigo, eu me abalanço a lhes dizer e redizer
que, essa luta política foi a mais dura e importante
dos últimos anos, pois foi a luta do bem contra tudo
quanto é de ruim, essa extrema direita fascista leva
consigo tudo de mal que se possa imaginar, em nada
essa gente nos representa.
Esse grupo fascista representa o crime organizado,
através de uma família bandida, miliciana, essa que
tomou de assalto a direita tradicional.
Vos confesso que nesse domingo passei o dia inteiro
com a alma perturbada inundada por várias coisas
pela mente, tudo isso acabou deixando-me com uma
certa apreensão.
Depois de passar o dia inteiro com essas perturbações
no final do dia veio o alívio, fui dormir com a alma
lavada e enxaguada. Neste domingo foi a vitória do
bem contra o mal, da verdade contra a mentira, da
esperança contra o medo, do Amor contra o ódio, a
normalidade tende a voltar ao normal é isso que nós
esperamos.
Temos que deixar para trás tudo de ruim que fez com
que a sociedade ficasse dividida, agora é hora de por
as coisas em ordem e correr atrás do tempo perdido, a
vida tem que seguir em frente.
Dias atrás eu falei da minha preocupação com o novo
congresso, o que este poderia fazer para atrapalhar os
projetos do governo, mas quando se trata do grande
presidente Lula a coisa muda de figura, pois o Lula é
o maior estadista do mundo. Ele saberá conduzir tudo
em benefício do Brasil, da coletividade, principalmente
dos mais pobres que é a sua bandeira de lutas, são eles
que mais precisa de proteção.
Como bem disse em várias ocasiões nesses 4 anos irá
colher os frutos do que plantamos ao longo desses 4
anos que passaram, agora é hora da colheita, que venha
os frutos.
As arestas? essas ficam para trás! são pequenas diante
da grandeza do nosso pais, do nosso povo que merece
tudo de bom que se possa seguir em frente, é assim
que temos que pensar e agir. Nós já pagamos um preço
alto demais por conta dessa tal divisão, agora é hora
de vivermos na santa paz de Deus amando e se querendo
como irmãos.
Temos que ter a grandeza de saber pedir desculpas uns
aos outros por ter extrapolado em alguma coisa, tudo se
resolve na base do diálogo, da boa e velha conversa, não
na base da porrada.
Não é pela força bruta que nós iremos conquistar o que
queremos, mas com o diálogo, com o devido respeito aos
iguais, é tão bonito a civilidade, o respeito.
Devemos ter paciência para saber ouvir os demais, todos
temos algo a dizer sobre as coisas que acontece no nosso
dia a dia, nem sempre o que queremos o de melhor para
a coletividade, às vezes alguém tem ideias melhores do
que as nossas.
Em assim sendo, não custa nada ouvir os demais sobre
as coisas que deve ser feita, para que todos juntos sem a
tal da divisão possamos construir a sociedade justa e
fraterna que todos queremos deixar para os nossos filhos
e netos.
Para mim que já percorri uma longa e penosa caminhada
toda ela voltada para o bem comum, vai-se lhes pra mais
de 49 anos de militância, galgado nessa experiência vejo
que é chegada a hora da união, não da divisão, da paz não
da guerra. Os embates ficaram para trás, fazendo uso de
um velho chavão( foram-se os anéis, ficaram-se os dedos)
nesse caso, acabou-se os embates políticos ficaram-se os
inúmeros problemas que temos que enfrentar no nosso dia
a dia.
Vale ressaltar que, como membro desse grupo que acaba de
vencer essa eleição, jamais deixarei um só brasileiro ou
brasileira para trás, defendo que todos marchamos juntos,
sem divisão. O Brasil precisa de todos nós, os desafios são
grandes pela frente, se faz mais do que necessário que tudo
seja em comunhão.
Vejo o final de tudo isso de uma maneira bem clara, não
importa se são vencedores ou vencidos, o importante é que
nós somos todos brasileiros e brasileiras cujo o objetivo é
o mesmo, defender o nosso futuro e dos nossos filhos e
netos.
Aproveito para fazer um apelo aos demais, não deixe que
a divisão política os separe dos que lhes amam, dos seus
amigos. Lembrando que uma amizade de verdadeira vale
mais do que todo dinheiro que se possa juntar, esse é um
dos tesouros que vale apenas preservar.
Ao longo desses 49 anos jamais misturei certas coisas, a
política, o futebol, a religião, a amizade, nunca misturei
essas coisas, tudo no seu devido lugar.
Aconselho os amigos e amigas a fazer o mesmo, não faz
com que a política os afaste daqueles que vocês gostam,
não vale apenas perder uma amizade por conta da coisas
banais.
O poder não é eterno, ninguém fica no poder para sempre
um dia iremos sair dele e outros assumirão em nosso lugar
e assim se segue a vida.
A obsessão pelo poder é uma mera ilusão, não vale apenas
gastar o seu precioso tempo lutando por isso, o que vale
mesmo é viver bem com aqueles que nos amam, o resto é
pura ilusão.
Esse é um conselho da parte de quem já viu e viveu muitas
coisas nessa vida, repito, não importa quem é quem, se são
vencedores ou vencidos, isso já não tem tanta importância,
o que importa é que somos um só povo, uma só nação em
busca do bem comum.
Que cada um de nós faça a sua criteriosa reflexão para que
a sociedade volte ao que era antes, sem ódio, sem medo,
sem a mentira, mas onde todos falem tão somente a mais
absoluta verdade.
Ensinando aos nossos filhos e netos que só o amor e a paz
constrói, para que essa nossa geração possa deixar um pais
bem melhor para eles.
De modo que, nós temos a nobre e penosa missão de por
em ordem as coisas neste pais para que tudo volte ao
normal novamente, pelo bem de todos e de todas é isso
que penso sobre tudo que acaba de acontecer. Paz e bem.....
Raimundo Sucupira
terça-feira, 20 de outubro de 2026
SERTÃO
Eis que um grande
avoaseiro,
pelas bandas do
sertão.
Um bravo e temido
cangaceiro,
de parabelo na
mão.
Na tocaia o
matador,
no carreiro o
cassado.
No roçado o
catador,
na maravalha o
gado.
No sertão é
assim,
nada é por
acaso.
Tudo tem um
fim,
sendo fundo ou
raso.
Esse é o meu
lar,
o melhor lugar
do mundo.
Como o sertão
não há,
o sentimento é
profundo.
por Raimundo Sucupira
LABUTA AO SOL
Caro Amigo, eu me abalanço a lhes dizer e redizer
que, quanto mais se fica velho mais as lembranças
vão ficando mais frescas, pelo menos comigo essa
verdade fica clara a cada ano que passa e o janeiro
vai se assentando sobre os ombros, para não dizer
pesado.
Pois vai se lhes pra mais de 60 anos de caminhada,
de uma longa e penosa labuta para manter se de pé,
para não dizer remando contra a maré, pois são
muitas as pedras no caminho que temos que tirar e
prosseguir.
Em casa como costumo fazer, pois já não saio de
casa com tanta frequência como fazia tempos atrás,
prefiro ficar em casa mais precisamente ao quintal
em meio às minhas plantas, essas companheiras que
estão sempre a minha espera.
Cá pra nós, como um sertanejo, ambientalista não
poderia ter melhor companhia que as plantas e os
pássaros que não sai do quintal por conta das frutas
que lhes dou.
Dia desse ao molhar as minhas plantas num calor
daqueles de fazer inveja, pois aqui em Paramirim,
Bahia, Brasil, sertão, pois a minha amada terra é
situada bem no meio do sertão o melhor e mais
belo lugar do mundo para se viver, porém, o sol e
o calor é de rachar.
Se o cabra facilitar frita a moleira, sentindo calor
sentei-me sobre a sombra de um pé de goiabeira e
comecei a folhar os alfarrábios da mente, parei em
uma passagem bem distante, lá pelos idos de 1965,
nessa época eu tinha 6 para 7 anos. Meu pai tinha
um estimado amigo que morava num lugar que era
chamado de lagoa de fora, o dito lugar não era tão
longe, não para quem mora no sertão, caminha-se
por léguas tudo sem reclamar.
Nos domingos o meu pai costumava ir visitar esse
seu estimado amigo, o dito cujo atendia pela
alcunha de Francino, mulato alto, furnido tinha por
volta dos 40 anos, bom de prosa, sorriso fácil, nada
lhes tirava a calma com facilidade, estava sempre a
sorri.
Num certo domingo fazia um calor dos diabos, sol
de rachar lá fomos nós rumo à lagoa de fora, casa
do Francino, ao chegarmos perto do rancho de
enchimento onde o dito cujo morava avistamos ele
em meio ao sol de rachar as voltas com sua velha e
gasta enxada.
O dito cujo estava a capinar o catador que ele tinha
plantado no pó, quando se planta no pó se colhe
primeiro, mas também se pega na enxada mais cedo
pois a babuje nasce com as primeiras chuvas, era o
que ele estava fazendo.
Meu pai gritou França! ele respondeu, vamos chagar!
as panelas já tá no fogo! não demora e o capado vai
ficar pronto! para os que não conhece o capado é um
frango especial. O dito cujo é criado diferentemente
dos demais, ele fica bem maior do que os outros, em
nada se compara.
Voltamos ao assunto, chegamos ao terreiro em meio
ao terreiro tinha um velho e longo tronco de madeira
com dois buracos, um maior e outro menor, o famoso
pilão.
encostado na sombra do pé de moreira as duas mãos
do pilão, uma mais grossa e a outra mais fina, cada
uma tinha a sua boca, uma para o buraco maior e a
outra para o buraco menor, não tinha erro, tudo bem
organizado.
A menor era para pilar o café torrado, ficava mais
fino, a segunda a mais grossa era para pilar o milho
para tirar o fubá para fazer o cuscuz, pilar o arroz e
a carne seca para fazer a paçoca, cada uma tinha sua
serventia.
Os dois entraram para dentro da casa e eu fiquei com
o cachorro malhado que ele criava, um cachorro bem
cuidado, um caçador de primeira linha quando saia a
caça não voltava sem uma caça. O malhado gostava
muito de mim, toda vez que eu chegava era um festa
ao me ver, a reciproca era verdadeira, eu também lhes
estimava muito.
Amizade verdadeira entre menino e animal, coisa de
verdade, sem nenhum interesse, coisa genuína, raro e
que não se vê mais nos dias de hoje, pois as crianças
preferem o celular do que a amizade de um cachorro
de estimação.
Só parei a brincadeira com o malhado quando o seu
Francino saiu na porta com uma cuia cheira de umbu
para mim, ai eu fui correndo rumo à cuia com aquela
delicia. De posse da cuia de umbu sentei-me no dito
pilão e comecei a chupar os umbus, uma delicia, que
doçura, umbus inchados ao morder estralavam entre
os dentes.
Enquanto isso os dois na cozinha as voltas com o
capado para o almoço do meio dia, eu nos umbus, o
tempo que não passava, o meio dia que demorava, o
capado, o almoço que não saia, afinal, pressa pra que,
tudo no seu tempo.
Ao meio dia chamaram-me para o almoço, o prato de
barro, feijão catador verde, arroz pilado no pilão, por
cima cortado de maxixe, generosos pedaços do capado
ensopado.
Não me fiz de rogado, peguei a colher e entre uma
colher e outra uma mordida num pedaço do capado, o
dito cujo estava uma delicia, nem mesmo me importei
com a pimenta que se fazia presente, o fato é que, não
sobrou nada.
Em baixo da mesa de peroba o malhado se deleitava
com os ossos do capado, tudo só para ele, que coisa
maravilhosa, o tutano daqueles ossos, tudo só para o
malhado.
Ao longe se ouvia o estralar dos ossos passando pelos
dentes afiados do malhado, depois da comilança veio
o merecido descanso na rede pendurada sobre o galho
do pé de moreira no terreiro.
Antes o seu Francino foi até um embornal que ficava
pendurado numa forquilha num puxadinho ao lado da
casa pegando um batido, o batido era comprido, pois
tem batidos redondo também, o que ele pegou era um
comprido.
O batido era daquele bem branquinho, logo em seguida
partiu o batido ao meio, dando-me um pedaço, o batido
era doce, muito doce, uma delicia que qualquer um tem
vontade de comer. Depois que comi o generoso pedaço
de batido fui até a casa rumo ao pote que tinha num dos
cantos da sala, peguei uma caneca e enfiei no pote e
bebi quase a caneca toda.
Coloquei a caneca no pequeno gancho que ficava ao
lado do pote e voltei para a rede, de lá só levantei com
o chamado do meu pai para ir se despedir do seu
Francino, o sol já estava pelo meio da tarde, o calor já
estava um pouco ameno.
Meu pai pegou o seu embornal com os umbus que seu
Francino mandou para a minha mãe, a mim ele delegou
a uma tarefa bem mais dura, uma pequena cesta com os
ovos.
Antes seu Francino colocou malva rasteira no fundo da
cesta para que os ovos não viesse a quebrar, de posse da
tal cesta com o maior cuidado é claro, pois se um só ovo
quebrasse a madeira cantava no lombo, deitamos o pé na
estrada.
Depois de uma longa caminhada finalmente chegamos
em casa, minha mãe já nos aguardava ansiosa por conta
dos tais ovos, os ovos era para fazer brevidades, um dos
mais deliciosos bolos que já comi. A minha mãe fazia
uma brevidade de dar água na boca, depois que a minha
mãe se foi nunca mais eu comi uma brevidade como as
que ela fazia.
A aventura não terminou por ai, ainda tive que cumprir
mais uma tarefa, ir até a lagoa buscar água para molhar
os pés de coqueiros que tinha no fundo da casa, eram
quatro pés. Eu buscava a água numa cabaça grande que
meu pai tinha, a danada cabia água pra caramba, levava
duas cabaças em cada pé de coqueiro, tinha que dar oito
viagem à lagoa.
Só depois a tarefa estava cumprida, poderia ir brincar
com os colegas, meio quebrado mas ainda tinha alguma
energia para brincar, as brincadeiras varava noite a
dentro, assim que o sol desaparecia o breu, pois não se
tinha luz elétrica. ai todos se recolhiam cada um para a
sua casa, brincadeiras só no outro dia, ai começava tudo
de novo, que saudade da minha saudosa infância, coisa
que não volta mais.
De modo que, essa foi só mais uma das histórias que eu
tinha para vos contar, vos prometo que numa outra hora
vos contarei mais algumas, até a próxima meus amigos e
amigas. Paz e bem.....
Raimundo Sucupira
terça-feira, 13 de outubro de 2026
ESCOLHA
Quem não sabe
votar,
quem não sabe
escolher.
Bem caro irá
pagar,
com certeza vai
perecer.
É bom pensar
direito,
antes que possa
votar.
Quem apoia o
mal feito,
não perde por
esperar.
Essa escolha é
clara,
é do bem contra
o mal.
O amor que se
declara,
num momento
crucial.
Cada um tem que
fazer sua parte,
ninguém pode se
omitir.
Evitar que um
desastre,
nos impeça de
prosseguir.
Por Raimundo Sucupira
NO BRASIL O CRIME COMPENSA
Caro Amigo, eu me abalanço a lhes dizer e redizer
que, no Brasil o crime compensa, isso acaba de ser
provado nessa última eleição, é triste ter que dizer
isso mas é a mais pura verdade. O grupo criminoso
que pratica todo tipo de maldades contra o Brasil e
a sociedade acaba de dar uma lapada das grandes
nos que defende o bem comum. Não estou falando
nenhuma besteira, foi o que aconteceu de verdade,
o crime organizado acaba de triunfar no Brasil.
A extrema direita que é apoiada pelo crime que se
alastrou pelo Brasil acaba de assumir com ampla
maioria o congresso nacional.
Este que já era ruim agora ficou ainda pior com a
eleição desses extremistas que estão sedentos de
sangue e vingança.
Esse grupo criminoso liderado por uma família que
só tem bandidos, facínoras, milicianos acaba de ter
uma enorme vitória sobre os que lutam pelo bem a
paz e a verdade.
Com esse poderio esses extremistas poderá fazer o
que bem quer, aprovar todas as pautas que lhes
convém, isso é greve, pois o que eles defendem são
pura maldades, não tem nada de bom.
Não se pode esperar nada de bom da parte desse
novo congresso que o povo acaba de eleger, tudo
isso é muito triste e perigoso.
O que quer dizer que o Brasil e a sociedade corre o
risco de cair num abismo profundo com um final
catastrófico que poderá arruinar a vida de muita
gente, principalmente dos mais pobres.
Eu ainda estou atordoado com tudo que aconteceu
mas vou fazer o possível para esclarecer as coisas,
todos aqueles que apoiam o bem comum teve que
lutar muito contra esses agentes do mal, mas não os
vencemos, eles nos venceram de lavada, foi grande
a vitória do mal contra o bem.
O que quer dizer que no Brasil o crime compensa,
não tem outra explicação, uma família bandida que
tanto mal tem feito ao pais e que comanda a milicia
no Rio de Janeiro acaba de sair vitoriosa em todos
os sentidos.
Vejamos, essa família que tem o seu patriarca preso
por tentativa de golpe, que tanto mal fez ao Brasil e
o povo acaba de eleger todos da sua família para os
cargos que concorreram, não ficou nenhum de fora,
todos foram eleitos.
E mais, levaram consigo todos os seus lacaios, tudo
de ruim que lhes rodeiam, custa acreditar no que eu
vi e vivi, o mal triunfar sobre o bem, eu não estou a
brincar, é a mais pura verdade.
Diante dessa tragédia política e social eu cheguei a
uma triste conclusão que no Brasil o crime, a traição,
a corrupção, compensa, pois esse grupo que saiu das
eleições vitorioso praticou tudo isso as claras sem se
esconder.
Repito, o crime no Brasil compensa e muito, isso fica
claro para que todos vejam, não sou eu que digo, foi
o que aconteceu de verdade, o mal acaba de vencer o
bem, o crime organizado acaba de vencer às leis, eles
passaram por cima de tudo.
Não custa nada lembrar que essa família miliciana
ostenta uma fortuna considerável, toda essa fortuna
obtida na política sem que nenhum deles tenha feito
nada na vida privada.
São mais de 51 imóveis comprado com dinheiro vivo
sem declarar, uma fortuna que equivale a mais de 600
milhões sem que nenhum deles tivesse trabalhado em
nenhuma empresa ou recebido nenhuma herança, sem
contar com os mais de 140 milhões que um deles o
candidato recebeu do tal banqueiro oriundo do roubo
dos aposentados e que foi parar na conta do seu irmão
nos Estados Unidos onde trama contra o Brasil.
Mesmo assim os eleitores, o povo passou por cima de
tudo isso, não levaram em consideração nada disso, o
que nos leva a crer que, ser bandido, corrupto vale
apenas no Brasil.
Com mais de 49 anos de vida pública eu nunca vi
algo dessa natureza neste pais, nem no tempo da tida
como ditadura, algo dessa natureza eu não tinha
visto.
Vos confesso que fui pego de surpresa, não fazia
ideia que os brasileiros e brasileiras iria cometar esse
ato insano, mas cometeram, o estrago foi grande, o
grande mal foi feito não tem mais como voltar atrás,
o futuro é sombrio. Vos afirmo que nuvens negras
toldam o horizonte deste pais, o que vem pela frente
só Deus sabe, não podemos afirmar nada, mas vindo
desse grupo nada nos cheira bem.
Vou fazer uma afirmação em alto e bom tom, depois
do que aconteceu nessas eleições ninguém neste pais
poderá abalizar o seu discurso na luta contra o crime
organizado, traição à pátria, negacionismo, corrupção,
entreguismo, soberania, não, tudo é coisa passado,
esse discurso é pagina virada.
Ficou provado que a maioria dos brasileiros e
brasileiras não estão nem ai para isso, que essa nossa
democracia tão defendida por nós da esquerda, que
a soberania, a corrupção, isso não tem a menor
importância, são coisas do passado, ultrapassado, na
visão dessa gente isso é normal. Quem puder que
roube mais, isso não faz a menor diferença, foi isso
que ficou claro nesse primeiro turno. Agora vem o
segundo turno, embora a tragédia política e social
já tenha acontecido ainda tem muitas conquistas que
pode ser defendida e não são poucas, vai ser agora
ou nunca.
Essa vai ser a última cartada, é matar ou morrer, se
esse grupo fascista vencer novamente ai a coisa vai
desandar de vez, tudo vai se perder, para quem é um
bom entendedor um pingo é letra. Vou ser mais claro,
a água já começa a bater na bunda, quem vive do
salário mínimo, da aposentadoria, da ajuda para que
se possa estudar, que recebe o remédio gratuito, que
vai pegar na farmácia popular, que faz uso do SUS,
que faz os procedimentos gratuitos, quem não tem
onde morar que recebe o minha casa minha vida, os
pequenos comerciantes, donos de mercadinhos, as
pequenas farmácias, em fim, os pequenos
Empreendedores que vende para os pobres os que
recebe os benefícios do governo, não havendo tais
benefícios esses pobres não irão mais comprar nos
tais comércios, é simples assim, não tendo par quem
vender todos irão quebrar.
Resumindo, todos morrerão abraçados, essa conta é
fácil de fazer, fazendo uso de um velho chavão( uma
mão laca a outra, as duas lava a cara) por tanto, o que
acontecerá ao pobre que recebe tais benefícios logo
irá aos pequenos comerciantes que vende para esses
pobres.
É bom que todos fique cientes disso para depois não
vir se lamentar, a lambança maior já foi feita com a
eleição desse novo congresso raivoso, sanguinolento,
sedento de sangue e de vingança, se acontecer mais
uma tragédia a mim não surpreende mais, pois já vi
o suficiente. Faço questão de repetir novamente, no
segundo turno será a cartada final, é matar ou morrer
é se salvar mesmo que chamuscado ou afundar de
vez, ai não terá nem choro nem vela, será o fim de
tudo de bom que ainda temos e o começo da luta pra
sobreviver.
Um detalhe importante, o candidato dessa direita
fascista acaba de falar que vai mudar a Constituição,
mexer com o Judiciário, isso tá me cheirando a golpe,
a ditadura.
Que vai fazer a reforma da previdência e que só irá se
aposentar com 75 anos e terão que contribuir até 50
anos, isso é sério, não é brincadeira, quem é CLT que
fique atento.
Faço um alerta aos brasileiros e brasileiras, vocês não
faz ideia do perigo que corre, essa história poderá não
acabar bem se esse cara vencer essa eleição.
O Brasil nunca esteve tão ameaçado como está agora
com esses fascistas com tanto poder, com o congresso
em suas mãos, isso poderá transformar em uma grande
tragédia política e social.
Um pais onde as milicias, as facções, o crime
organizado mandam, ditam as regras não caba bem, o
final quase sempre é trágico, é grave o que se passa, o
Brasil está correndo enorme perigo.
Só não esta vendo isso quem é cego ou conivente para
com esses fascistas, mas o momento é grave, requer o
devido cuidado.
Vou me atrever a fazer uma comparação, primeiro peço
licença a um certo jovem que atendia pela alcunha de
Jesus de Nazaré. (A comparação) esse certo jovem que
apareceu a beira mar a pregar a paz o amor e o bem
comum, não demorou e foi logo contestado pelos que
pertencia a elite, os fariseus, os hipócritas, os ricos os
que não queria perder a mamata, o poder.
Ai esses fariseus mentirosos começaram a mentir, a
tramar contra o jovem galileu, até que conseguiram, o
prenderam, lhes condenando à morte e morte de cruz.
Esses traidores, mentirosos, para se ver livre do jovem
Galileu fizeram uso da mentira para colocar o povo
contra JESUS.
Tão somente porque ele pregava o bem comum, aquele
jovem que só fazia o bem, mesmo assim eles ficaram
contra ele, porque aqueles ricos, tiranos não queria tirar
do seu para dar os que precisava.
Agora esses ricos, tiranos que faz parte desse elite suja,
dessa extrema direita fascista tenta fazer o mesmo contra
o Lula que tanto luta para proteger os pobres. Não, não,
eu jamais irei comparar o Lula á JESUS CRISTO, jamais
terei essa ousadia, é que a CAUSA é a mesma, o que o Lula
faz e o mesmo que Jesus fez, defender os pobres, os que
mais precisa, os desvalidos.
Me atrevo a dizer que hoje 2 mil anos depois acontece o
mesmo, juntaram se todos, a elite, os hipócritas, os agentes
do mal, os golpistas estão todos juntos a tramar contra os
que promove o bem comum, tramam, mentem, faz de tudo
para colocar o povo contra o Lula que tanto tem feito pelos
pobres, os que mais precisam.
Espero que o povo não fique do lado do mal e contra o
bem como fizeram lá atrás contra o Jovem Galileu que só
queria fazer o bem, cuidado para não fazer o mesmo, fazer
a escolha errada, escolher o mal ao invés do bem comum,
isso poderá acabar com tudo de bom que nós conquistamos
com muito sacrifício.
Repito, longe de mim um simples mortal querer comparar
o Lula ao Jovem Galileu, O JESUS DE NAZARÉ, só estou
dizendo que a CAUSA é a mesma, o bem comum, a defesa dos
pobres.
De modo que, não temos muitas escolhas, tudo estar bem
claro, um lado ou o outro, o bem ou o mal, essa é a escolha
que tem que ser feita, que cada um faça a sua e aguardar o
que poderá acontecer, a vitória do bem ou do mal. Paz e bem...
Raimundo Sucupira
terça-feira, 6 de outubro de 2026
PREÇO
Paga-se um
preço,
pela mentira
contada.
Foi grande o
tropeço,
pela história
não forjada.
Aquele que
mente,
não fala a
verdade.
Esse nada
sente,
não aprecia a
caridade.
Essas gente
sem coração,
não gosta de
ninguém.
Não vê o outro
como irmão,
é a poio coisa
que tem.
Essa gente do
mal,
que gosta de
enganar.
que faz uso
do jornal,
para o bem
avacalhar.
por Raimundo Sucupira
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