sexta-feira, 15 de outubro de 2010
CAMISA DE CHITA
lembro-me a camisa
de chita,
que usava na
novena.
era a mais bonita,
de tanto usar ficou
pequena.
era tamanha a
alegria,
sem contar com
a fé.
Rezava pra virgem
Maria,
para manter-me de
pé.
até hoje carrego
comigo,
a minha devoção.
a virgem Maria é
meu abrigo,
mora em meu
coração.
minha santinha
querida,
fiel companheira.
vai comigo nessa
vida,
até a hora derradeira.
por Raimundo Sucupira
de chita,
que usava na
novena.
era a mais bonita,
de tanto usar ficou
pequena.
era tamanha a
alegria,
sem contar com
a fé.
Rezava pra virgem
Maria,
para manter-me de
pé.
até hoje carrego
comigo,
a minha devoção.
a virgem Maria é
meu abrigo,
mora em meu
coração.
minha santinha
querida,
fiel companheira.
vai comigo nessa
vida,
até a hora derradeira.
por Raimundo Sucupira
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ao pé do Ipê Roxo, o poeta contempla a beleza dessa árvore, que ainda resiste ao ataque sem piedade dos devastadores; suas flores mostram todo o seu encanto, sem a preocupação com o perigo que estar por vir, isto é, com o homem munido de machado afiado pronto para deferir o ataque fatal.Esse poeta apela para o bom senso dos homens, a natureza precisa ser preservada, sem ela, todos nós iremos morrer, fruto de uma grande solidão de espírito, como moribundos em agonia.
Gameleira, árvore que também se encontra em ameaça de extinção, é uma pena que as pessoas ainda não perceberam a importância que essas árvores têm para a vida na terra, é preciso que todos se juntem em defesa da natureza, em defesa da própria vida.
Marcadores:
gameleira
SERTÃO DO MEU CORAÇÃO
a chuva que está
chegando,
pra alegrar essa
terra.
a gramaia está
acordando,
á começar pela
serra.
aquele cenario
triste,
já começa mudar.
como o sertão não
existe,
é único esse lugar.
este sertão é porreta,
de tudo se vê por
aqui.
da boa pimenta
malagueta,
até o famoso pequi.
essa terra tão
brilhante,
encanta qualquer
cidadão.
fizeste de mim seu
amante,
conquistaste meu
coração.
por Raimundo Sucupira
chegando,
pra alegrar essa
terra.
a gramaia está
acordando,
á começar pela
serra.
aquele cenario
triste,
já começa mudar.
como o sertão não
existe,
é único esse lugar.
este sertão é porreta,
de tudo se vê por
aqui.
da boa pimenta
malagueta,
até o famoso pequi.
essa terra tão
brilhante,
encanta qualquer
cidadão.
fizeste de mim seu
amante,
conquistaste meu
coração.
por Raimundo Sucupira
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
UM OU OUTRO
o coração de quem
ama,
segue um ritimo
diferente.
como uma chama,
que vai queimando
lentamente.
quando a paixão
entra em cena,
a coisa modifica.
o que era grande
apequena,
a loucura intensifica.
é muito dificil
explicar,
as coisas do coração.
é melhor não
acompanhar,
o vendaval da tal
paixão.
quando isso
acontece.
o coração é detonado.
essa dor ninguem
esquece,
nunca mais quer ser
amado.
ama,
segue um ritimo
diferente.
como uma chama,
que vai queimando
lentamente.
quando a paixão
entra em cena,
a coisa modifica.
o que era grande
apequena,
a loucura intensifica.
é muito dificil
explicar,
as coisas do coração.
é melhor não
acompanhar,
o vendaval da tal
paixão.
quando isso
acontece.
o coração é detonado.
essa dor ninguem
esquece,
nunca mais quer ser
amado.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
MANIFESTO
o homem não pode
tratar a natureza,
ao seu bel prazer.
é por demais essa
grandeza,
Deus não nos deu
esse poder.
a natureza é muito
grande,
para um homem
tão pequeno.
que os devastadores
não mande,
para nós esse
veneno.
este planeta tem
que ser,
pelo o homem bem
tratado.
é nele que vai
viver,
até o dia que for
chamado.
espero que o povo
leia,
esse humilde
manifesto.
o perigo nos rodeia,
é melhor ficar esperto.
por Raimundo Sucupira
tratar a natureza,
ao seu bel prazer.
é por demais essa
grandeza,
Deus não nos deu
esse poder.
a natureza é muito
grande,
para um homem
tão pequeno.
que os devastadores
não mande,
para nós esse
veneno.
este planeta tem
que ser,
pelo o homem bem
tratado.
é nele que vai
viver,
até o dia que for
chamado.
espero que o povo
leia,
esse humilde
manifesto.
o perigo nos rodeia,
é melhor ficar esperto.
por Raimundo Sucupira
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