sexta-feira, 30 de abril de 2010
LETRADO
eis que esse poeta
matuto,
não escreve certinho.
com o letrado não
disputo,
prefiro ficar no meu
cantinho.
quem quiser
entender,
basta ter paciência.
o que gosto de
escrever,
é baseado na minha
vivencia.
que o moço não
repare,
tamanha humildade.
que os criticos não
dispare,
contra mim com
crueldade.
este poeta sertanejo,
vive com o pé no
chão.
esse é o meu desejo,
defender o meu sertão.
por Raimundo Sucupira
matuto,
não escreve certinho.
com o letrado não
disputo,
prefiro ficar no meu
cantinho.
quem quiser
entender,
basta ter paciência.
o que gosto de
escrever,
é baseado na minha
vivencia.
que o moço não
repare,
tamanha humildade.
que os criticos não
dispare,
contra mim com
crueldade.
este poeta sertanejo,
vive com o pé no
chão.
esse é o meu desejo,
defender o meu sertão.
por Raimundo Sucupira
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Caneta
quinta-feira, 29 de abril de 2010
MOCIDADE
eis que é muito dificil
entender,
a tal da mocidade.
permita-me esclarecer,
essa tal fatalidade.
quando se é jovem é
tudo festa,
não se pensa no futuro.
não separam o que
presta,
caminham no escuro.
quando chegam ao
janeiro,
pois ele não se pode
evitar.
muita gente sem o
dinheiro,
começa á reclamar.
ai não tem mais jeito,
a peleja está perdida.
esse é um defeito,
que estraga uma vida.
por Raimundo Sucupira
entender,
a tal da mocidade.
permita-me esclarecer,
essa tal fatalidade.
quando se é jovem é
tudo festa,
não se pensa no futuro.
não separam o que
presta,
caminham no escuro.
quando chegam ao
janeiro,
pois ele não se pode
evitar.
muita gente sem o
dinheiro,
começa á reclamar.
ai não tem mais jeito,
a peleja está perdida.
esse é um defeito,
que estraga uma vida.
por Raimundo Sucupira
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Caro Amigo
terça-feira, 27 de abril de 2010
POSSE
quem tinha cabras
no chiqueiro,
vaca de leite no
curral.
era gente que tinha
dinheiro,
na sociedade tinha
moral.
em cada propriedade,
tinha um curral ao
lado.
era um sinal de
prosperidade,
a fartura lhe dava
respaldo.
um homem de chapeu
de couro,
era tido como um
fazendeiro.
sua palavra valia
ouro,
não era preciso
dinheiro.
hoje em dia a coisa
mudou,
a riqueza mudou de
lado.
o campo transformou,
num lugar prá
condenado.
por Raimundo Sucupira
no chiqueiro,
vaca de leite no
curral.
era gente que tinha
dinheiro,
na sociedade tinha
moral.
em cada propriedade,
tinha um curral ao
lado.
era um sinal de
prosperidade,
a fartura lhe dava
respaldo.
um homem de chapeu
de couro,
era tido como um
fazendeiro.
sua palavra valia
ouro,
não era preciso
dinheiro.
hoje em dia a coisa
mudou,
a riqueza mudou de
lado.
o campo transformou,
num lugar prá
condenado.
por Raimundo Sucupira
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Vergonha
quinta-feira, 22 de abril de 2010
CURIOSIDADE
alguem me contou uma
historia,
permita-me vos relatar.
vou tentar não mudar
a trajetoria,
não repare o linguajar.
menino não atravessava
a sala,
quando os adultos
estava presente.
um homem de bengala,
valia mais que um
presidente.
hoje em dia a elegância
é sinônimo,
de quem é trapaceiro.
a honestidade está com
o anônimo,
aquele que não tem
dinheiro.
quem tem dinheiro
pode tudo,
ninguem lhe incomoda.
eles mandam no
mundo,
infeliz de quem não
concorda.
por Raimundo Sucupira
historia,
permita-me vos relatar.
vou tentar não mudar
a trajetoria,
não repare o linguajar.
menino não atravessava
a sala,
quando os adultos
estava presente.
um homem de bengala,
valia mais que um
presidente.
hoje em dia a elegância
é sinônimo,
de quem é trapaceiro.
a honestidade está com
o anônimo,
aquele que não tem
dinheiro.
quem tem dinheiro
pode tudo,
ninguem lhe incomoda.
eles mandam no
mundo,
infeliz de quem não
concorda.
por Raimundo Sucupira
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Vergonha
terça-feira, 20 de abril de 2010
CANETA
com a força de uma
caneta,
e a vontade de
escrever.
ela remove o planeta,
sem você se mover.
conta uma historia
bonita,
como também uma
tragédia.
com a tal da escrita.
faz critica como se
faz media.
ela não se faz de
rogada,
aceita o que se pensa.
a historia que for
apresentada,
nada ela dispensa.
tem quem faz dela
o ganha pão,
só aproveita o que
presta.
colocando na ponta
o coração,
como esse humilde
poeta.
por Raimundo Sucupira
caneta,
e a vontade de
escrever.
ela remove o planeta,
sem você se mover.
conta uma historia
bonita,
como também uma
tragédia.
com a tal da escrita.
faz critica como se
faz media.
ela não se faz de
rogada,
aceita o que se pensa.
a historia que for
apresentada,
nada ela dispensa.
tem quem faz dela
o ganha pão,
só aproveita o que
presta.
colocando na ponta
o coração,
como esse humilde
poeta.
por Raimundo Sucupira
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Caneta
quarta-feira, 14 de abril de 2010
QUALIDADE
gostaria de falar algo
importante,
permita-me expor.
o que torna um
homem elegante,
sem nunca se impor.
estou falando da
humildade,
qualidade que cada
homem devia ter.
essa é uma verdade,
que todos deviam
saber.
á arrrogância nos
faz mal,
nos causa um tédio.
nos abala a moral,
para isso não existe
remedio.
é bom escutar esse
conselho,
que vos dou de
graça.
para depois não ficar
de joelho,
chorando desgraça.
por Raimundo Sucupira
importante,
permita-me expor.
o que torna um
homem elegante,
sem nunca se impor.
estou falando da
humildade,
qualidade que cada
homem devia ter.
essa é uma verdade,
que todos deviam
saber.
á arrrogância nos
faz mal,
nos causa um tédio.
nos abala a moral,
para isso não existe
remedio.
é bom escutar esse
conselho,
que vos dou de
graça.
para depois não ficar
de joelho,
chorando desgraça.
por Raimundo Sucupira
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Caro Amigo
terça-feira, 13 de abril de 2010
DOIS LADOS
eis que essa vida
tem a ida,
sem conta com a
volta.
ninguem tem outra
saida,
não adianta partir
para a revolta.
a vida é um jogo,
o cabra tem que
jogar.
é como uma bola
de fogo,
quem vacila pode
queimar.
qualquer lado dessa
moeda,
é muito perigoso.
cada vez mais alto
maior a queda,
é o fim do vaidoso.
é bom leva á serio,
esse meu aviso.
não existe misterio,
nessa vida não vale
o improviso.
por Raimundo Sucupira
tem a ida,
sem conta com a
volta.
ninguem tem outra
saida,
não adianta partir
para a revolta.
a vida é um jogo,
o cabra tem que
jogar.
é como uma bola
de fogo,
quem vacila pode
queimar.
qualquer lado dessa
moeda,
é muito perigoso.
cada vez mais alto
maior a queda,
é o fim do vaidoso.
é bom leva á serio,
esse meu aviso.
não existe misterio,
nessa vida não vale
o improviso.
por Raimundo Sucupira
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