quinta-feira, 15 de agosto de 2013
LAMENTO
Lá no morro da
Santana,
tem uma pedra
Monumental.
Mocos fazem
campana,
uma beleza sem
igual.
Um lugar de
lazer,
também de
Oração.
O Homem quer
desfazer,
essa Historia no
Sertão.
Quem não zela
pela Memória,
o coração não
se acalma.
Um Homem sem
Historia,
é um corpo sem
Alma.
Ainda é tempo
de mudar,
preservar o que
Resta.
Pra depois não
lamentar,
era uma vez uma
Floresta.
Raimundo Sucupira
Santana,
tem uma pedra
Monumental.
Mocos fazem
campana,
uma beleza sem
igual.
Um lugar de
lazer,
também de
Oração.
O Homem quer
desfazer,
essa Historia no
Sertão.
Quem não zela
pela Memória,
o coração não
se acalma.
Um Homem sem
Historia,
é um corpo sem
Alma.
Ainda é tempo
de mudar,
preservar o que
Resta.
Pra depois não
lamentar,
era uma vez uma
Floresta.
Raimundo Sucupira
NA CONTRA MÃO
Caro amigo,em certos momentos na
vida cometemos alguns deslises,isso
caberia um desconto,poem,quando
torna se frequente,algo esta errado.
Dia desse juntamente com os amigos
Bill e Tim Tim,fui à Santana fazer
uma visita ao Monumento que lá se
encontra,uma Pedra Gigantesca cujo
suporte é feito apenas por três pedras
pequena.
Colocada cuidadosamente em pontos
estratégicos,dando sustentação ao
enorme Monumento há milhões de
anos,mantendo aquela bela obra de
arte a quase meio metro do chão,ou
melhor,do Lajedo.
Por mais que tentamos explicar não
conseguimos entender como aquela
Pedra foi parar naquele lugar,pois
trata se de Milhares de toneladas.
Depois de uma longa e penosa
caminhada,ao chegarmos no alto da
montanha em frente à rocha que
ostenta o Cruzeiro onde o Povo
daquela Comunidade celebra a Via
Sacra,mantendo uma tradição de
muitos anos,qual não foi a minha
surpresa,deparei-me com os degraus
que leva ao Cruzeiro todo destruído
pelos vândalos que foram lá nesse
Intuíto.
Dado que,nesse momento delicado
faço um apelo às Autoridades para
que deixem de lado a INAÇÃO,no
sentido de darmos a devida proteção
aos Monumentos que existe no
Municipio,sob pena de em bem pouco
tempo ter que nos contentarmos com
as lembranças ou fotos se quisermos
contar essa Historia aos Moços.....
vida cometemos alguns deslises,isso
caberia um desconto,poem,quando
torna se frequente,algo esta errado.
Dia desse juntamente com os amigos
Bill e Tim Tim,fui à Santana fazer
uma visita ao Monumento que lá se
encontra,uma Pedra Gigantesca cujo
suporte é feito apenas por três pedras
pequena.
Colocada cuidadosamente em pontos
estratégicos,dando sustentação ao
enorme Monumento há milhões de
anos,mantendo aquela bela obra de
arte a quase meio metro do chão,ou
melhor,do Lajedo.
Por mais que tentamos explicar não
conseguimos entender como aquela
Pedra foi parar naquele lugar,pois
trata se de Milhares de toneladas.
Depois de uma longa e penosa
caminhada,ao chegarmos no alto da
montanha em frente à rocha que
ostenta o Cruzeiro onde o Povo
daquela Comunidade celebra a Via
Sacra,mantendo uma tradição de
muitos anos,qual não foi a minha
surpresa,deparei-me com os degraus
que leva ao Cruzeiro todo destruído
pelos vândalos que foram lá nesse
Intuíto.
Dado que,nesse momento delicado
faço um apelo às Autoridades para
que deixem de lado a INAÇÃO,no
sentido de darmos a devida proteção
aos Monumentos que existe no
Municipio,sob pena de em bem pouco
tempo ter que nos contentarmos com
as lembranças ou fotos se quisermos
contar essa Historia aos Moços.....
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
OFERTA
Essa tragedia
Social,
que atinge a
Humanidade.
Não pode ser
normal,
tem que ter
prioridade.
Essa falta de
alimento,
que vem nos
atormentar.
Um dia esse
tormento,
tem que
acabar.
Não se pode
ser feliz,
vivendo na
miséria.
Um Povo
infeliz,
uma Historia
muito seria.
Aqui vai meu
alerta,
para o Mundo
entender.
Alimento é a
oferta,
para o Homem
sobreviver.
Raimundo Sucupira
Social,
que atinge a
Humanidade.
Não pode ser
normal,
tem que ter
prioridade.
Essa falta de
alimento,
que vem nos
atormentar.
Um dia esse
tormento,
tem que
acabar.
Não se pode
ser feliz,
vivendo na
miséria.
Um Povo
infeliz,
uma Historia
muito seria.
Aqui vai meu
alerta,
para o Mundo
entender.
Alimento é a
oferta,
para o Homem
sobreviver.
Raimundo Sucupira
VIDAS EM RISCO
Caro amigo,dia desse ao parar diante da
televisão deparei-me com com um
pomposo noticiário,onde centena de
Jornalistas acampados em frente à uma
maternidade aguardavam ansiosamente o
nascimento do Herdeiro do trono
Britanico.
Passaram se Semanas,Meses,sendo
manchete de Jornais,Rádios,Televisões,
em fim,deu o que falar ao Mundo Inteiro.
Discutia se o sexo,o nome,a cor dos
olhos,onde morar,ect.ect.ect.No entanto,
ninguém se lembra de mostrar em seus
canais de Televisão,Rádio,Jornal e
Revistas as centenas de milhares de
Irmãos que morrem de fome todos os
dias por esse Mundo a fora.
Todos os dias quando sento-me em
volta da Mesa para a ceia juntamente
com minha Família,lembro-me desses
Irmãos que não tem uma Mesa,muito
menos o que comer,tudo isso deixa-me
triste,perco o apetite.
Recolho-me ao canto e ponho-me a
pensar!se somos capazes de gastarmos
horas,dias,meses mostrando e celebrando
a Nobreza,por que não somos capazes
de mostrar e combater a miséria e a
FOME.
Tragedia que ao longo do tempo vem
dizimando milhões de Irmãos que como
nós tem o mesmo direito a VIDA.Dado
que,faço um apelo aos que tem,para
doar um pouco aos que não tem,fazendo
isso a VIDA os agradece....
Raimundo Sucupira
televisão deparei-me com com um
pomposo noticiário,onde centena de
Jornalistas acampados em frente à uma
maternidade aguardavam ansiosamente o
nascimento do Herdeiro do trono
Britanico.
Passaram se Semanas,Meses,sendo
manchete de Jornais,Rádios,Televisões,
em fim,deu o que falar ao Mundo Inteiro.
Discutia se o sexo,o nome,a cor dos
olhos,onde morar,ect.ect.ect.No entanto,
ninguém se lembra de mostrar em seus
canais de Televisão,Rádio,Jornal e
Revistas as centenas de milhares de
Irmãos que morrem de fome todos os
dias por esse Mundo a fora.
Todos os dias quando sento-me em
volta da Mesa para a ceia juntamente
com minha Família,lembro-me desses
Irmãos que não tem uma Mesa,muito
menos o que comer,tudo isso deixa-me
triste,perco o apetite.
Recolho-me ao canto e ponho-me a
pensar!se somos capazes de gastarmos
horas,dias,meses mostrando e celebrando
a Nobreza,por que não somos capazes
de mostrar e combater a miséria e a
FOME.
Tragedia que ao longo do tempo vem
dizimando milhões de Irmãos que como
nós tem o mesmo direito a VIDA.Dado
que,faço um apelo aos que tem,para
doar um pouco aos que não tem,fazendo
isso a VIDA os agradece....
Raimundo Sucupira
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
INFÂNCIA
Pipas ciricutiando
no ar,
Menino alegre
no chão.
O mais belo que
há,
um alento para
o coração.
Saudoso tempo
de Criança,
foi tudo que eu
quis.
Isso não sai de
lembrança,
tempos que fui
feliz.
Lembro-me com
saudade,
aquele tempo que
passou.
Tempos de rara
felicidade,
que na infância
ficou.
Infância que não
volta mais,
inocência que se
foi.
Esquecer de ti
jamais,
eis um peito que
dói.
Raimundo Sucupira
no ar,
Menino alegre
no chão.
O mais belo que
há,
um alento para
o coração.
Saudoso tempo
de Criança,
foi tudo que eu
quis.
Isso não sai de
lembrança,
tempos que fui
feliz.
Lembro-me com
saudade,
aquele tempo que
passou.
Tempos de rara
felicidade,
que na infância
ficou.
Infância que não
volta mais,
inocência que se
foi.
Esquecer de ti
jamais,
eis um peito que
dói.
Raimundo Sucupira
CONTANDO HISTORIAS
Caro amigo,sou aquele que apesar de
ter crescido e envelhecido jamais
deixou de ser Criança.Dia desse ao
circular pela Avenida Cel.Antônio
Guimarães situada no antigo pindura
saia,deparei-me com quatro peraltas
cada um com uma pipa nas mãos.
Saltava lhes aos olhos o prazer de
poder ostentar aquele brinquedo,o
fato é que,naquele momento mágico
não foi possível deixar de voltar no
tempo,mais precisamente no tempo
de Criança.
Os momentos da minha infância que
passei naquele lugar,muitas vezes
pulei a cerca de Javan para arrancar
Umbu para vender na Rua,trocados
no bolso da velha calça de algodão
riscado,corria para a loja de seu
João Batista para comprar carretel
com linha para soltar pipas.
Sobre a sombra do velho Juazeiro
nos fundos da Casa onde morava,
bastava algumas tariscas de palha de
coqueiro,um pedaço de papel,um
coité de coco com goma de tapioca e
em pouco tempo tinha pipa no ar.
Saia correndo rumo à Praça do
Cruzeiro em frente ao C.A.S.E.B.
passava se horas contemplando a
beleza das pipas.
Dado que,num momento em que a
Informática seduz e toma o tempo da
Meninada,não custa nada para nós
que já vimos e vivemos tudo isso,dá
uma paradinha e em nossos afazeres e
contar um pouco dessas Historias pra
essa Meninada.Faz bem a Alma.....
Raimundo Sucupira
ter crescido e envelhecido jamais
deixou de ser Criança.Dia desse ao
circular pela Avenida Cel.Antônio
Guimarães situada no antigo pindura
saia,deparei-me com quatro peraltas
cada um com uma pipa nas mãos.
Saltava lhes aos olhos o prazer de
poder ostentar aquele brinquedo,o
fato é que,naquele momento mágico
não foi possível deixar de voltar no
tempo,mais precisamente no tempo
de Criança.
Os momentos da minha infância que
passei naquele lugar,muitas vezes
pulei a cerca de Javan para arrancar
Umbu para vender na Rua,trocados
no bolso da velha calça de algodão
riscado,corria para a loja de seu
João Batista para comprar carretel
com linha para soltar pipas.
Sobre a sombra do velho Juazeiro
nos fundos da Casa onde morava,
bastava algumas tariscas de palha de
coqueiro,um pedaço de papel,um
coité de coco com goma de tapioca e
em pouco tempo tinha pipa no ar.
Saia correndo rumo à Praça do
Cruzeiro em frente ao C.A.S.E.B.
passava se horas contemplando a
beleza das pipas.
Dado que,num momento em que a
Informática seduz e toma o tempo da
Meninada,não custa nada para nós
que já vimos e vivemos tudo isso,dá
uma paradinha e em nossos afazeres e
contar um pouco dessas Historias pra
essa Meninada.Faz bem a Alma.....
Raimundo Sucupira
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
LONGE DE CASA
Quem ama seu
País,
não vive longe
dele.
Longe não é
feliz,
morre de amor
por ele.
A Saudade que
se tem,
do seu torrão
natal.
Da tristeza vira
refém,
nos tirando a
moral.
Quem vive fora
de casa,
não vê a hora
de voltar.
O peito queima
feito brasa,
não dá pra
explicar.
O País que tanto
amamos,
que nos enche
de emoção.
Em seus braços
repousamos,
viva a força da
Nação.
Raimundo Sucupira
País,
não vive longe
dele.
Longe não é
feliz,
morre de amor
por ele.
A Saudade que
se tem,
do seu torrão
natal.
Da tristeza vira
refém,
nos tirando a
moral.
Quem vive fora
de casa,
não vê a hora
de voltar.
O peito queima
feito brasa,
não dá pra
explicar.
O País que tanto
amamos,
que nos enche
de emoção.
Em seus braços
repousamos,
viva a força da
Nação.
Raimundo Sucupira
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