sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
PARCERIA
Na Noite Clara,
Donde a Lua
Aparece.
À Terra de
Declara,
um Amor que
não se Esquece.
Vagando pelo
Infinito,
os Astros vão
Seguindo.
Cumprindo o
que foi Escrito,
Seu Destino vai
Seguindo.
A Lua Cor de
Prata,
a Terra Azul.
Da Rota não se
Afasta,
Clareando do
Norte ao Sul.
Essa Bela
Parceria,
Donde as duas
desse Sim.
Vai Seguindo
sem Correria,
Nesse Amor que
não tem Fim.
Raimundo Sucupira
Donde a Lua
Aparece.
À Terra de
Declara,
um Amor que
não se Esquece.
Vagando pelo
Infinito,
os Astros vão
Seguindo.
Cumprindo o
que foi Escrito,
Seu Destino vai
Seguindo.
A Lua Cor de
Prata,
a Terra Azul.
Da Rota não se
Afasta,
Clareando do
Norte ao Sul.
Essa Bela
Parceria,
Donde as duas
desse Sim.
Vai Seguindo
sem Correria,
Nesse Amor que
não tem Fim.
Raimundo Sucupira
CORRENDO PARA O MATO
Caro Amigo,de Todas as
Inclinações e Hábitos que
nos Conduzem à
Posteridade,uma Delas é
a Preservação da Historia.
Como Costumo Fazer,
Assim que Bate a Temida
Melancolia,Saio Correndo
para o Mato,Dessa Vez
não foi Diferente,Acossado
pela Melancolia,fui ao
Quarto,peguei a Tralha,
Tirei o Carro da Garagem,
Partindo logo em Seguida
para o Mato.
Quase ao final de um
Corredor,Deixei o Carro
em Baixo da Sombra de
um Pé de Juazeiro,vi do
Outro lado,Depois de uma
Manga,Cujo o Capim é o
Buffel,Tinha um Mato
Fechado.
Passei por Baixo de uma
Cerca de Arame Farpado,
deu um Trabalho Danado,
pois a Coluna já não Esta
la essas Coisas,Até que
Conseguir Passar.
Meti o Pé em meio á
Manga,Algumas Codornas
Voaram de Mim,duas ou
Trés,não Lembro o Quanto,
Atravessando a tal Manga.
Procurei um Carreiro do
Gado,Embreei-me em
Meio ao Mato,Chegando
a um Pé de Umbuzeiro,o
Dito cujo Carregado de
Umbu Ainda Pequeno.Não
Parei,pois a Sombra Estava
Rala,o Umbuzeiro nessa
Época fica sem Folhas.
Andei um pouco mais,Até
que Dei de Cara com um
Vistoso Pé de Tatarena,Este
Sim,a Sombra Estava
Perfeita,Alem de Renovada,
Estava todo Florido.
Não pensei duas vezes,
passei a Mão num Galho
Varrendo as Folhas Secas
e os Formigões,fiz uma
Bela Cama de Ramos,
coloquei a Tralha de Lado,
Deitando logo em seguida.
Fiquei Deitado Olhando
para Cima,Sentindo o
Cheiro Gostoso das Flores
da Tartarena que é muito
Cheirosa,Eis que de
Repente,Apareceu um Casal
de Chorrós Daqueles cujo o
Macho é Carijó e a Fêmea é
Vermelho e Branco.
Ficaram Pulando de um
Galho para o Outro, Olhando
para Mim como se tivesse
Dizendo,o que Este Intruso
Quer Aqui no nosso Pedaço?
Diante daquele Silêncio,que
só Era Quebrado de vez em
Quando,Quando um Pássaro
Cantava Aqui e Acolá.
O Único Incomodo Era as
Picadas de uma Teimosa
Mutuca que Teimava em
Saborear o meu Sangue,nada
que uns Bons Tapas não
viesse a Resolver.
Quase não vi o Tempo
passar,Quando Olhei no
Relógio,já Estava na Hora
de Voltar para Casa,Peguei
as Tralhas,coloquei sobre
os Ombros,Batendo em
Retirada,com as Baterias
Recarregadas,ou melhor,
com o Animo Renovado,
sair do Mato Rumo ao
Carro.
Depois de um Tempo,
cheguei em Casa Donde
Deitei ao Papel o Resultado
desse meu Passeio,o que
nos Alivia um Pouco Esse
Estresse do dia a dia.Dado
que,Sempre que Acossado
pela Melancolia,faço isso,
Confesso aos Amigos e
Amigas que é Tiro e Queda,
ou melhor,um Santo
Remédio....
Raimundo Sucupira
Inclinações e Hábitos que
nos Conduzem à
Posteridade,uma Delas é
a Preservação da Historia.
Como Costumo Fazer,
Assim que Bate a Temida
Melancolia,Saio Correndo
para o Mato,Dessa Vez
não foi Diferente,Acossado
pela Melancolia,fui ao
Quarto,peguei a Tralha,
Tirei o Carro da Garagem,
Partindo logo em Seguida
para o Mato.
Quase ao final de um
Corredor,Deixei o Carro
em Baixo da Sombra de
um Pé de Juazeiro,vi do
Outro lado,Depois de uma
Manga,Cujo o Capim é o
Buffel,Tinha um Mato
Fechado.
Passei por Baixo de uma
Cerca de Arame Farpado,
deu um Trabalho Danado,
pois a Coluna já não Esta
la essas Coisas,Até que
Conseguir Passar.
Meti o Pé em meio á
Manga,Algumas Codornas
Voaram de Mim,duas ou
Trés,não Lembro o Quanto,
Atravessando a tal Manga.
Procurei um Carreiro do
Gado,Embreei-me em
Meio ao Mato,Chegando
a um Pé de Umbuzeiro,o
Dito cujo Carregado de
Umbu Ainda Pequeno.Não
Parei,pois a Sombra Estava
Rala,o Umbuzeiro nessa
Época fica sem Folhas.
Andei um pouco mais,Até
que Dei de Cara com um
Vistoso Pé de Tatarena,Este
Sim,a Sombra Estava
Perfeita,Alem de Renovada,
Estava todo Florido.
Não pensei duas vezes,
passei a Mão num Galho
Varrendo as Folhas Secas
e os Formigões,fiz uma
Bela Cama de Ramos,
coloquei a Tralha de Lado,
Deitando logo em seguida.
Fiquei Deitado Olhando
para Cima,Sentindo o
Cheiro Gostoso das Flores
da Tartarena que é muito
Cheirosa,Eis que de
Repente,Apareceu um Casal
de Chorrós Daqueles cujo o
Macho é Carijó e a Fêmea é
Vermelho e Branco.
Ficaram Pulando de um
Galho para o Outro, Olhando
para Mim como se tivesse
Dizendo,o que Este Intruso
Quer Aqui no nosso Pedaço?
Diante daquele Silêncio,que
só Era Quebrado de vez em
Quando,Quando um Pássaro
Cantava Aqui e Acolá.
O Único Incomodo Era as
Picadas de uma Teimosa
Mutuca que Teimava em
Saborear o meu Sangue,nada
que uns Bons Tapas não
viesse a Resolver.
Quase não vi o Tempo
passar,Quando Olhei no
Relógio,já Estava na Hora
de Voltar para Casa,Peguei
as Tralhas,coloquei sobre
os Ombros,Batendo em
Retirada,com as Baterias
Recarregadas,ou melhor,
com o Animo Renovado,
sair do Mato Rumo ao
Carro.
Depois de um Tempo,
cheguei em Casa Donde
Deitei ao Papel o Resultado
desse meu Passeio,o que
nos Alivia um Pouco Esse
Estresse do dia a dia.Dado
que,Sempre que Acossado
pela Melancolia,faço isso,
Confesso aos Amigos e
Amigas que é Tiro e Queda,
ou melhor,um Santo
Remédio....
Raimundo Sucupira
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
MIÚDOS
Na Falta da
Farinha,
o meu Pirão
Primeiro.
A Coxa da
Galinha,
se Come
Primeiro.
Quem engana
um Otário,
tem muito o
que Temer.
Na Conta do
Vigário,
tem muito o
que Devolver.
Quem não for
Esperto,
vai ficar na
Rabeira.
Seu Futuro
é Incerto,
não terá nada
na Algibeira.
Nesse Mundo
vale Tudo,
só não vale é
Roubar.
Não Importa
se é Miúdo,
o Importante
é Ganhar.
Raimundo Sucupira
Farinha,
o meu Pirão
Primeiro.
A Coxa da
Galinha,
se Come
Primeiro.
Quem engana
um Otário,
tem muito o
que Temer.
Na Conta do
Vigário,
tem muito o
que Devolver.
Quem não for
Esperto,
vai ficar na
Rabeira.
Seu Futuro
é Incerto,
não terá nada
na Algibeira.
Nesse Mundo
vale Tudo,
só não vale é
Roubar.
Não Importa
se é Miúdo,
o Importante
é Ganhar.
Raimundo Sucupira
PISTOLÃO
Caro Amigo,A Pior Especie
de Ignorância é Cuidar um
Homem Saber o que não
Sabe,ou seja,Querer Contar
uma Historia que não Viveu,
ou que não Escreveu.
Esses Homens de todas as
Empreitadas,Algumas tão
Somente para Enganar,pois
Estes Finge Preocupar se,em
Cuidar do Povo,no Entanto,o
seu Objetivo é Outro.
Creio Eu,que Boa Parte das
Adversidades Enfrentada
pelo Homem Moderno,são
Oriunda das Inúmeras
Facilidades que Este
Encontra Devido a essa
Modernidade,já não se
Preparam,nem tão pouco
Luta pelo Sonho.
Fazendo Uso de um Velho
Chavão(As Coisas vem tudo
de Mão Beijada)Ou Seja,
Fácil de Mais,são muitas as
Facilidades as Alcance das
Pessoas.
Já não sé Luta Tanto para ser
Bem Sucedido em Quase
Nada,Basta ter um Bom
Pistolão e as Coisas se
Resolve,não Importa o
Conteúdo,nem as
Dificuldades,Basta ter um
Pistolão.
Muitas vezes Ouvimos dizer
que todas essas Facilidades
são Benéficas,Quando na
Verdade,nem tanto,a Chance
do Desperdiço serão Bem
Maior.
Dar-vos Ei um Exemplo,
Devido as Inúmeras
Facilidades Promovida pelo
Governo o Campo Esta
Ficando cada vez mais sem a
Mão de Obra,ou seja,Quase
não se Pratica mais o Trabalho
Braçal.
As Pessoas que Praticava esse
Serviço já não Estão ficando
mais no Campo,Estão todos
Migrando para a Cidade,o
Reflexo de tudo isso nós já
Sabemos.
Essas Pessoas que vem do
Campo sem ter Donde Morar
vão Amontoar-se na
Periferia,ou melhor,nas
Favelas,Tornando o que já
Era Difícil mais Difícil
Ainda.
O Resultado desse Êxodo
fica cada vez mais Evidente,
Enquanto que a População
Cresce cada vez mais nos
Grandes Centros,no Campo
Diminui cada vez Mais.
Sé Algo não for Feito com
uma Certa Urgência para
Estancar essa Sangria,ou
melhor,para Conter esse tal
Êxodo,em Bem pouco
Tempo um Fenômeno que já
Estava ficando para Trás,a
FOME,Voltará com Força
Total.
Com Mais de Duzentos
Milhões de Brasileiros e
Brasileiras a Necessidade de
se Produzir o Alimento fica
cada vez mais Claro,é esse o
Preço que se paga por tudo
isso,o Progresso tem as suas
Vantagens,como Também as
suas Desvantagens.
Dado que,esse é um Problema
que temos que Encarar de
Frente,ou seja,com a Urgência
que ele Merece,por Tratar-se
do Bem Estar de Milhões de
Brasileiros e Brasileiras que
só Quer é ser Feliz,as
Facilidades,essas Virão com o
Tempo,Quem Viver Verá....
Raimundo Sucupira
de Ignorância é Cuidar um
Homem Saber o que não
Sabe,ou seja,Querer Contar
uma Historia que não Viveu,
ou que não Escreveu.
Esses Homens de todas as
Empreitadas,Algumas tão
Somente para Enganar,pois
Estes Finge Preocupar se,em
Cuidar do Povo,no Entanto,o
seu Objetivo é Outro.
Creio Eu,que Boa Parte das
Adversidades Enfrentada
pelo Homem Moderno,são
Oriunda das Inúmeras
Facilidades que Este
Encontra Devido a essa
Modernidade,já não se
Preparam,nem tão pouco
Luta pelo Sonho.
Fazendo Uso de um Velho
Chavão(As Coisas vem tudo
de Mão Beijada)Ou Seja,
Fácil de Mais,são muitas as
Facilidades as Alcance das
Pessoas.
Já não sé Luta Tanto para ser
Bem Sucedido em Quase
Nada,Basta ter um Bom
Pistolão e as Coisas se
Resolve,não Importa o
Conteúdo,nem as
Dificuldades,Basta ter um
Pistolão.
Muitas vezes Ouvimos dizer
que todas essas Facilidades
são Benéficas,Quando na
Verdade,nem tanto,a Chance
do Desperdiço serão Bem
Maior.
Dar-vos Ei um Exemplo,
Devido as Inúmeras
Facilidades Promovida pelo
Governo o Campo Esta
Ficando cada vez mais sem a
Mão de Obra,ou seja,Quase
não se Pratica mais o Trabalho
Braçal.
As Pessoas que Praticava esse
Serviço já não Estão ficando
mais no Campo,Estão todos
Migrando para a Cidade,o
Reflexo de tudo isso nós já
Sabemos.
Essas Pessoas que vem do
Campo sem ter Donde Morar
vão Amontoar-se na
Periferia,ou melhor,nas
Favelas,Tornando o que já
Era Difícil mais Difícil
Ainda.
O Resultado desse Êxodo
fica cada vez mais Evidente,
Enquanto que a População
Cresce cada vez mais nos
Grandes Centros,no Campo
Diminui cada vez Mais.
Sé Algo não for Feito com
uma Certa Urgência para
Estancar essa Sangria,ou
melhor,para Conter esse tal
Êxodo,em Bem pouco
Tempo um Fenômeno que já
Estava ficando para Trás,a
FOME,Voltará com Força
Total.
Com Mais de Duzentos
Milhões de Brasileiros e
Brasileiras a Necessidade de
se Produzir o Alimento fica
cada vez mais Claro,é esse o
Preço que se paga por tudo
isso,o Progresso tem as suas
Vantagens,como Também as
suas Desvantagens.
Dado que,esse é um Problema
que temos que Encarar de
Frente,ou seja,com a Urgência
que ele Merece,por Tratar-se
do Bem Estar de Milhões de
Brasileiros e Brasileiras que
só Quer é ser Feliz,as
Facilidades,essas Virão com o
Tempo,Quem Viver Verá....
Raimundo Sucupira
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
SERTÃO
Nos Confins do
Sertão,
a Beleza é
Pura.
Nos Alegra o
Coração,
Com Tanta
Cultura.
Não é Preciso
Alfarrábio,
para Você se
Entrosar.
Este Povo é
Sábio,
Tem muito o
que Mostrar.
A Verdade é
uma Só,
não se pode
Negar.
Quem sabe de
Có,
não Precisa
Decorar.
Essa Bela
Formusura,
que nos faz Ir
Fundo.
Do Sertão a
Cultura,
a Cultura para
o Mundo.
Raimundo Sucupira
Sertão,
a Beleza é
Pura.
Nos Alegra o
Coração,
Com Tanta
Cultura.
Não é Preciso
Alfarrábio,
para Você se
Entrosar.
Este Povo é
Sábio,
Tem muito o
que Mostrar.
A Verdade é
uma Só,
não se pode
Negar.
Quem sabe de
Có,
não Precisa
Decorar.
Essa Bela
Formusura,
que nos faz Ir
Fundo.
Do Sertão a
Cultura,
a Cultura para
o Mundo.
Raimundo Sucupira
CARRO DE BODE
Caro Amigo,Sé não Há,
pois,Abismo Entre duas
Épocas,não há o por
que Esconder,ou melhor,
Deixar de Contar a sua
Historia.
Em uma dessas minhas
Lembranças,Lembrei-me
de uma Muito Engraçada,
Naquela Época Quase
todas as Crianças tinha
uma Parelha de Bodes,
Era Sonho de toda
Criança.uma Parelha de
Bodes e uma Carro.
Eu Tinha a Minha e o
Carro,Fazia todos os
Afazeres da Casa,Dentre
eles Buscar Lenha e
Água,Todas as Manhãs
lá Ia Eu para o Mato
Buscar Lenha,pela Tarde
Era Água na Lagoa que
Inda não Era Poluída.
Os Bodes Era Branco,
porem,um Tinha a Cara
Preta,o da Cara Preta
Gostava muito de dar
Marradas,Era Temido
em toda a Redondeza.
Num Certo dia fui
Cumprir a Tarefa
Coloquei a Canga nos
Bodes,Calango e
Marroeiro,esse era o
Nome da Parelha,em
Seguida os Coloquei no
Carro.Depois Desci
Rumo á Lagoa,Alias,
Lagoa que Ainda não
Era Poluída,todos fazia
Uso da Sua Água.
Ao Chegar à Lagoa,
Encostei o Carro num
Canto da Cerca,tirei as
Quatro Latas,colocando
todas ao Chão.
Vendo que uma Senhora
Ia Chegando com um
Pote,Tratei logo de
Ajuda-la,Peguei o Pote
Indo Enche-lo Bem ao
Fundo,com Água Limpa
é Claro.
Ao voltar com o Pote o
Entreguei a Dita Senhora
que Prontamente o
Colocou Sobre a Cabeça,
que já Estava Preparada
com uma Rodilha feita da
Rama da Malva Rasteira.
Já com o Pote Sobre a
Cabeça,Encostou num dos
Bodes,Justamente no que
Dava Marradas,não deu
Outra,Numa Tungada só,
a Senhora foi ao Chão
com o Pote que ficou aos
Cacos.
Com o Pote aos Cacos,só
com a Rodilha de Malva
em Mãos,a Pobre Senhora
Levantou-se,Rogando
Pragas no Bode.
Depois da Confusão,a
Mamãe Correu em Casa,
pegando um dos seu Potes
Dando o a Pobre Senhora
que Subiu Manquitolando
a Ladeira.
Depois dessa,nunca mais
Facilitei,ao Chegar à
Lagoa Sempre os Deixava
muito Bem Amarrado na
Cerca de Lasca que Tinha
de um Lado e do Outro do
Corredor.
Dado que,essa foi mais
uma das Inúmeras
Passagens que Aconteceu
me no Passado,que faço
Questão de Vos Contar,ao
Fazer isso,Quero tão
Somente Relembrar dos
Velhos e Bons Tempos....
Raimundo Sucupira
pois,Abismo Entre duas
Épocas,não há o por
que Esconder,ou melhor,
Deixar de Contar a sua
Historia.
Em uma dessas minhas
Lembranças,Lembrei-me
de uma Muito Engraçada,
Naquela Época Quase
todas as Crianças tinha
uma Parelha de Bodes,
Era Sonho de toda
Criança.uma Parelha de
Bodes e uma Carro.
Eu Tinha a Minha e o
Carro,Fazia todos os
Afazeres da Casa,Dentre
eles Buscar Lenha e
Água,Todas as Manhãs
lá Ia Eu para o Mato
Buscar Lenha,pela Tarde
Era Água na Lagoa que
Inda não Era Poluída.
Os Bodes Era Branco,
porem,um Tinha a Cara
Preta,o da Cara Preta
Gostava muito de dar
Marradas,Era Temido
em toda a Redondeza.
Num Certo dia fui
Cumprir a Tarefa
Coloquei a Canga nos
Bodes,Calango e
Marroeiro,esse era o
Nome da Parelha,em
Seguida os Coloquei no
Carro.Depois Desci
Rumo á Lagoa,Alias,
Lagoa que Ainda não
Era Poluída,todos fazia
Uso da Sua Água.
Ao Chegar à Lagoa,
Encostei o Carro num
Canto da Cerca,tirei as
Quatro Latas,colocando
todas ao Chão.
Vendo que uma Senhora
Ia Chegando com um
Pote,Tratei logo de
Ajuda-la,Peguei o Pote
Indo Enche-lo Bem ao
Fundo,com Água Limpa
é Claro.
Ao voltar com o Pote o
Entreguei a Dita Senhora
que Prontamente o
Colocou Sobre a Cabeça,
que já Estava Preparada
com uma Rodilha feita da
Rama da Malva Rasteira.
Já com o Pote Sobre a
Cabeça,Encostou num dos
Bodes,Justamente no que
Dava Marradas,não deu
Outra,Numa Tungada só,
a Senhora foi ao Chão
com o Pote que ficou aos
Cacos.
Com o Pote aos Cacos,só
com a Rodilha de Malva
em Mãos,a Pobre Senhora
Levantou-se,Rogando
Pragas no Bode.
Depois da Confusão,a
Mamãe Correu em Casa,
pegando um dos seu Potes
Dando o a Pobre Senhora
que Subiu Manquitolando
a Ladeira.
Depois dessa,nunca mais
Facilitei,ao Chegar à
Lagoa Sempre os Deixava
muito Bem Amarrado na
Cerca de Lasca que Tinha
de um Lado e do Outro do
Corredor.
Dado que,essa foi mais
uma das Inúmeras
Passagens que Aconteceu
me no Passado,que faço
Questão de Vos Contar,ao
Fazer isso,Quero tão
Somente Relembrar dos
Velhos e Bons Tempos....
Raimundo Sucupira
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
MENTIRAS
Na Visão Deste
Poeta,
a Verdade não
foi Dita.
Tudo Aquilo
que não Presta,
Esta Afetando
nossa Conquista.
Fazendo Uso
da Mentira,
muita Gente se
dar Bem.
Depois que Ganha
se Retira,
não Respeita
mais Ninguém.
A Verdade é uma
Só,
só não ver Quem
não Quer.
De Ninguém eles
tem Dó,
Seja Homem
ou Mulher.
Não tem muita
Diferença,
Ente Estes e
Satanás.
Os dois não tem
Crença,
Para Eles tanto
Faz.
Raimundo Sucupira
Poeta,
a Verdade não
foi Dita.
Tudo Aquilo
que não Presta,
Esta Afetando
nossa Conquista.
Fazendo Uso
da Mentira,
muita Gente se
dar Bem.
Depois que Ganha
se Retira,
não Respeita
mais Ninguém.
A Verdade é uma
Só,
só não ver Quem
não Quer.
De Ninguém eles
tem Dó,
Seja Homem
ou Mulher.
Não tem muita
Diferença,
Ente Estes e
Satanás.
Os dois não tem
Crença,
Para Eles tanto
Faz.
Raimundo Sucupira
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