sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
JONCONGO
Caro Amigo,Este Projeto em
Trazer de Volta as Especies
que Sumiram ao longo dos
Tempos no Sertão,não
poderia deixar de Falar de
um dos Pássaros Mais
Imponente do Sertão,o
Joncongo.
Esse Pássaro Majestoso,
Quando Canta no Baixio
seu Canto Ecoa por todo o
Vale,é Sem Nenhuma
Sombra de Duvida o Canto
mais Belo que há no
Sertão,Este não fica Atrás
de Nenhum Outro Pássaro.
Todo Preto,um Preto
Brilhante,às Vezes Anda
em Bandos,porem,é comum
Estes Viverem em Vários
Casais,nem Sempre em
Bandos.
Gosta de Fazer Algumas
Artes,ou Melhor,dar
Trabalho aos Agricultores,
pois Quando o Milho Estava
Nascendo,Este gosta se
Comer,Arrancando o Milho
de Cova em Cova,para o
Desespero dos Donos da
Roça.
Lembro-me Bem,meu Pai
Ficava uma Fera,Quando
Chagava na Roça e via o
Milho todo Arrancado.O
Milho tinha que ser
Replantado tudo de Novo,
porem,Ele dizia,Tem nada
não meu Filho,Deus dar o
Frio de Acordo ao Cobertor,
onde Come um,Come dois,
Come Trés,e a Vida que se
Segue.
Só que com o Passar dos
Tempos as Coisas foram
Mudando,o Veneno,o
Desmatamento,a Caça
Predatória,em fim,tudo
isso fez com que esses
Pássaros fossem Embora.
Dado que,ao Abraçar esse
Projeto em trazer de volta
esses Pássaros,Quero tão
Somente Voltar a ter o
Prazer de Ouvir Esse Canto
Majestoso,isso não sará
Pedir de Mais,tão Somente
Voltar a Sonhar e dar um
Alento a Alma essa que já
Encontra-se em Prolongada
Agonia.....
Raimundo Sucupira
Trazer de Volta as Especies
que Sumiram ao longo dos
Tempos no Sertão,não
poderia deixar de Falar de
um dos Pássaros Mais
Imponente do Sertão,o
Joncongo.
Esse Pássaro Majestoso,
Quando Canta no Baixio
seu Canto Ecoa por todo o
Vale,é Sem Nenhuma
Sombra de Duvida o Canto
mais Belo que há no
Sertão,Este não fica Atrás
de Nenhum Outro Pássaro.
Todo Preto,um Preto
Brilhante,às Vezes Anda
em Bandos,porem,é comum
Estes Viverem em Vários
Casais,nem Sempre em
Bandos.
Gosta de Fazer Algumas
Artes,ou Melhor,dar
Trabalho aos Agricultores,
pois Quando o Milho Estava
Nascendo,Este gosta se
Comer,Arrancando o Milho
de Cova em Cova,para o
Desespero dos Donos da
Roça.
Lembro-me Bem,meu Pai
Ficava uma Fera,Quando
Chagava na Roça e via o
Milho todo Arrancado.O
Milho tinha que ser
Replantado tudo de Novo,
porem,Ele dizia,Tem nada
não meu Filho,Deus dar o
Frio de Acordo ao Cobertor,
onde Come um,Come dois,
Come Trés,e a Vida que se
Segue.
Só que com o Passar dos
Tempos as Coisas foram
Mudando,o Veneno,o
Desmatamento,a Caça
Predatória,em fim,tudo
isso fez com que esses
Pássaros fossem Embora.
Dado que,ao Abraçar esse
Projeto em trazer de volta
esses Pássaros,Quero tão
Somente Voltar a ter o
Prazer de Ouvir Esse Canto
Majestoso,isso não sará
Pedir de Mais,tão Somente
Voltar a Sonhar e dar um
Alento a Alma essa que já
Encontra-se em Prolongada
Agonia.....
Raimundo Sucupira
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deu-se em conseqüência da colonização e exploração das minas do rio das Contas, no município de Rio de Contas, quando portugueses e brasileiros, seguindo pelas margens do Rio Brumado, cujas nascentes se controvertem no pico das Almas com as do rio Paramirim, lograram acesso às minas de ouro do Morro de Fogo nas proximidades do Vale do Paramirim, onde se encontra localizada hoje a cidade deste nome.
Sua área total é de 1.116 quilometro quadrados e a população de 2.00 é de 18.921 (dezoito mil novecentos e vinte e um habitantes). Seu clima é quente, na época das trovoadas (Verão), e agradável no resto das estações. Sua vegetação é predominante de Caatinga. A altitude da sede municipal é de 654 metros acima do nível do mar. Seus principais recursos econômicos são a agricultura, pequenas indústrias, a silvicultura, que, depois das atividades domésticas é o ramo ocupacional mais numeroso.
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