quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
GRAÇA
A Mulher cá da
Cidade,
é Diferente da
do Sertão.
Uma tem a tal
Vaidade,
a Outra não tem
Não.
Uma anda toda
Charmosa,
a outra nem
Tanto.
Uma Mistura
Perigosa,
que provoca o
Pranto.
Cada uma tem
a sua Graça,
sabe como que
é.
Sem Ela é uma
Desgraça,
Viva a Beleza
da Mulher.
Sem ela não sé
Vive,
tudo fica Triste.
É a melhor coisa
que tive,
sem ela é a pior
coisa que Existe.
Raimundo Sucupira
Cidade,
é Diferente da
do Sertão.
Uma tem a tal
Vaidade,
a Outra não tem
Não.
Uma anda toda
Charmosa,
a outra nem
Tanto.
Uma Mistura
Perigosa,
que provoca o
Pranto.
Cada uma tem
a sua Graça,
sabe como que
é.
Sem Ela é uma
Desgraça,
Viva a Beleza
da Mulher.
Sem ela não sé
Vive,
tudo fica Triste.
É a melhor coisa
que tive,
sem ela é a pior
coisa que Existe.
Raimundo Sucupira
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deu-se em conseqüência da colonização e exploração das minas do rio das Contas, no município de Rio de Contas, quando portugueses e brasileiros, seguindo pelas margens do Rio Brumado, cujas nascentes se controvertem no pico das Almas com as do rio Paramirim, lograram acesso às minas de ouro do Morro de Fogo nas proximidades do Vale do Paramirim, onde se encontra localizada hoje a cidade deste nome.
Sua área total é de 1.116 quilometro quadrados e a população de 2.00 é de 18.921 (dezoito mil novecentos e vinte e um habitantes). Seu clima é quente, na época das trovoadas (Verão), e agradável no resto das estações. Sua vegetação é predominante de Caatinga. A altitude da sede municipal é de 654 metros acima do nível do mar. Seus principais recursos econômicos são a agricultura, pequenas indústrias, a silvicultura, que, depois das atividades domésticas é o ramo ocupacional mais numeroso.
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