segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
HOMEM DA CIDADE
O Homem cá da
Cidade,
não é como o
do Sertão.
Um tem a
Liberdade,
o Outro não tem
Não.
Um Vive Bem
Apresado,
o Outro nem
Tanto.
Mesmo assim
não é Notado,
sua Vida é um
Espanto.
Em meio a
Correria,
não tem tempo
de Curtir.
Em meio a
Agonia,
Quase não Sorri.
Essa Vida toda
Moderna,
que se Vive na
Capital.
É pior que na
Caverna,
não existe Inferno
Igual.
Raimundo Sucupira
Cidade,
não é como o
do Sertão.
Um tem a
Liberdade,
o Outro não tem
Não.
Um Vive Bem
Apresado,
o Outro nem
Tanto.
Mesmo assim
não é Notado,
sua Vida é um
Espanto.
Em meio a
Correria,
não tem tempo
de Curtir.
Em meio a
Agonia,
Quase não Sorri.
Essa Vida toda
Moderna,
que se Vive na
Capital.
É pior que na
Caverna,
não existe Inferno
Igual.
Raimundo Sucupira
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deu-se em conseqüência da colonização e exploração das minas do rio das Contas, no município de Rio de Contas, quando portugueses e brasileiros, seguindo pelas margens do Rio Brumado, cujas nascentes se controvertem no pico das Almas com as do rio Paramirim, lograram acesso às minas de ouro do Morro de Fogo nas proximidades do Vale do Paramirim, onde se encontra localizada hoje a cidade deste nome.
Sua área total é de 1.116 quilometro quadrados e a população de 2.00 é de 18.921 (dezoito mil novecentos e vinte e um habitantes). Seu clima é quente, na época das trovoadas (Verão), e agradável no resto das estações. Sua vegetação é predominante de Caatinga. A altitude da sede municipal é de 654 metros acima do nível do mar. Seus principais recursos econômicos são a agricultura, pequenas indústrias, a silvicultura, que, depois das atividades domésticas é o ramo ocupacional mais numeroso.
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