terça-feira, 20 de agosto de 2019
MUTUCA
Mutuca no
Coro,
faz o Gado
ficar Veaco.
Político sem
Foro,
com o Tempo
fica Fraco.
Barco na
Correção,
corre o Risco
de Afundar.
Fogo sem
Tição,
corre o Risco
de Apagar.
Ir para Cama
sem Desejo,
não faz
Sentido.
Namoro sem
Beijo,
é Tempo
Perdido.
Roda sem
Cantiga,
não tem
Graça.
Quem Gosta
de Briga,
não é Boa
Praça.
Raimundo Sucupira
Coro,
faz o Gado
ficar Veaco.
Político sem
Foro,
com o Tempo
fica Fraco.
Barco na
Correção,
corre o Risco
de Afundar.
Fogo sem
Tição,
corre o Risco
de Apagar.
Ir para Cama
sem Desejo,
não faz
Sentido.
Namoro sem
Beijo,
é Tempo
Perdido.
Roda sem
Cantiga,
não tem
Graça.
Quem Gosta
de Briga,
não é Boa
Praça.
Raimundo Sucupira
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deu-se em conseqüência da colonização e exploração das minas do rio das Contas, no município de Rio de Contas, quando portugueses e brasileiros, seguindo pelas margens do Rio Brumado, cujas nascentes se controvertem no pico das Almas com as do rio Paramirim, lograram acesso às minas de ouro do Morro de Fogo nas proximidades do Vale do Paramirim, onde se encontra localizada hoje a cidade deste nome.
Sua área total é de 1.116 quilometro quadrados e a população de 2.00 é de 18.921 (dezoito mil novecentos e vinte e um habitantes). Seu clima é quente, na época das trovoadas (Verão), e agradável no resto das estações. Sua vegetação é predominante de Caatinga. A altitude da sede municipal é de 654 metros acima do nível do mar. Seus principais recursos econômicos são a agricultura, pequenas indústrias, a silvicultura, que, depois das atividades domésticas é o ramo ocupacional mais numeroso.
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